terça-feira, 31 de maio de 2011

ATÉ DEBAIXO D'ÁGUA


PALAVRAS DE NOSSA AMIGA ÁBIA MARPIN:
Amig@s, depois do que houve lá em casa no último dia 18, estou passando por uma fase de reconstrução! As chuvas inundaram minha casa e perdi um bocado dos meus bens materiais, mas meus bens mais especiais, a vida e meus amigos, estão e estarão sempre comigo.

Por isso, conto com ajuda de vocês! Acabo de marcar a data do show ATÉ DEBAIXO D'ÁGUA com a participação de vários artistas alagoanos, o show será dia 05 de junho, no Orákulo Chopperia Maceió, a partir das 16h. O ingresso vai custar R$ 10 e toda a renda será revertida para esta reconstrução! Abraços e até lá!

sábado, 28 de maio de 2011

sexta-feira, 27 de maio de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

BEM ADOTADO

Parabéns, irmãozinho.

Simplesmente complicado
Na mais alta graduação
Tímido exibido
Bom de canção
Maquinista instigado
Na água, no ar ou no chão
Tudo é construído
Quando passa por sua mão

Menino homem
Irmão do meu coração

terça-feira, 24 de maio de 2011

VAMO NESSA!!!!


SEXTA-FEIRA 27/05
BANGA BAR - JARAGUÁ
A melhor dupla (Vitor Pi & Don Raboo) desde Chumbinho e Bacamarte vai quebrar tudo, de novo!!!!

MINHA VIDA


minha vida, minha
sua vida, seu
sonho pesadelo...
noites de insônia
sono intermitente
sono fingido que me permite audição
que me permite o conhecimento da possibilidade de ganhar um irmão
que me permite o conhecimento da derrota
eu, um gigante caído
derrubado, batalha perdida

plenitude jamais alcançada
divisão impossível
como sou tratado...
o que me é falado...
por que ele ainda está aqui?
nada a ver
não está mais aqui quem ouviu
porque ele está cansado

domingo, 8 de maio de 2011

ASTRO RAINHA

Poema em homenagem às mães. Especificamente Ivone, Suemi e Suedi.

Mães à obra, mães na massa
Mestras em serviços gerais
Funcionárias do planeta Terra
Transladam nossa vida fugaz

Em um movimento infinito
Em torno do astro rainha se faz
Príncipes e princesas uterinos
Mama, mãinha, minha paz

Filhas da mãe, da mãe natureza
Semeiam a vida como camponesas
E o mundo todo se torna capaz

Mas incapazes somos
De vivermos autônomos
Sem um cafuné, um chamego ou cartaz