segunda-feira, 30 de agosto de 2010

COMPANHEIROS EM CAMPANHA

Este espaço não foi intitulado Manifesto Pi em vão. É aqui que manifesto meus desejos e convicções. Venho através deste post manifestar minha solidariedade e parceria a alguns companheiros que são candidatos a cargos políticos no pleito de 2010. Não sei se poderia denominar esta atitude tomada por mim de campanha política, até porque quem conhece minhas convicções políticas sabe que eu não tenho filiação partidária alguma nem cedi meu voto a ninguém até hoje. Os meus votos, desde o primeiro, foram sempre anulados. Anulados. Certo do que estava fazendo, não fiquei em dúvida e votei em branco, não, eles foram nulos, não foram computados para nenhum candidato. Nunca encontrei no palanque da vida alguém que correspondesse aos meus anseios dentro da administração pública. Agora é diferente. Apoio meu amigo de infância, Beto Brito, na campanha a deputado estadual com o número 50100. Beto Brito é uma figura que conheço de antigas datas; compartilhamos futebol, pedaladas, música, tristezas e alegrias. Beto é uma pessoa que, de forma inovadora, lutou e conquistou muita coisa, dentro da educação alagoana - professor renomado de Literatura na cidade -, e dentro da cultura alagoana - conhecido promotor de eventos na cidade. Tudo isso sem apoio político ou altruísmo partidário, mas na vontade de realizar. Quem conhece sabe o que falo, quem não conhece sugiro que pesquise sua ficha. Imaginemos, então, se estivermos inseridos no poder o que poderemos fazer pela cultura e educação do nosso Estado! Abaixo, o vídeo de campanha para a TV com o jingle que gravei com meu parceiro Tup para a campanha do nosso companheiro Beto Brito.

Outro companheiro em campanha é Alexandre Fleming. Este não é meu companheiro de longas datas, porém o pouco tempo que nos conhecemos me sinto, no mínimo, à vontade para coadunar ideias e compartilhar convicções políticas com ele. Já sentamos e trocamos algumas figurinhas sobre linguagem, tema que aprecio bastante - quem me conhece ou conhece meu trabalho sabe, e acredito que política é feita integralmente em cima de linguagem. Referencial, metalinguística, até mesmo poética, mas nunca conativa, e essa é a função mais utilizada pelas bases políticas já arraigadas em nossa História. Faltam sinceridade, honestidade e preparo nas falas de enrugados políticos que há tanto tempo transitam pelos congressos e assembleias. Fleming é graduado em História pela UFAL, Mestre em educação e Doutorando em Linguística. Quer preparo? Eis aqui um candidato intelectualmente preparado e que carrega junto a isso a força de sua juventude e abertura para dialogar com a base e com o topo como se não houvesse divisões de patamar (independente de sua formação acadêmica, porém considerando-a ao extremo como princípio de seu discernimento político). Abaixo, o link que dá direto no jingle que eu e meu parceiro Tup, mais uma vez, com auxílio de Herman Torres na gravação, produzimos para a campanha do nosso companheiro Alexandre Fleming. http://alagoasdosnossossonhos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Jingle-Alexandre-Fleming-por-Vitor-Pirralho.mp3

Muitos devem estar concluindo agora, após a leitura: Que bla-bla-bla esse do Pirralho. Mas o negócio é o seguinte: falo e redijo a respeito porque estou convivendo a correria diária desses companheiros. Pensam que tem uma montanha de grana envolvida? Os caras tiram do próprio bolso para fazer material, para articular gravação de áudio e vídeo, para reunir militantes em encontros de campanha, telefone, combustível etc. O que eu estou ganhando? Nada. Fiz voluntariamente o jingle do Beto e também o do Fleming. Não ganhei nada, mas quero ganhar! Eu apoio! Quero os companheiros inseridos na máquina, aí eu entro na cobertura! Então, se você estiver em dúvida em quem votar no dia 03 de outubro, essa é minha contribuição para esse dia. Peço a sua, se possível, a não ser que você queira Renans ou Fernandos no comando. A responsabilidade é nossa, eu estou assumindo aqui compromisso e responsabilidade com o que redijo, com minhas pretensões. Assuma também, faça-se ouvir. A voz do povo é a voz da justiça!

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